DECO alerta: bolo-rei sem fruta cristalizada é menos calórico e é mais caro nas pastelarias

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Fotos DECO.

O bolo-rei faz parte da doçaria típica portuguesa. Todos o apreciam, embora ninguém queira ficar com a fava. Neste tempo de consumo, as grandes superfícies comerciais vendem o bolo-rei a um preço significativamente inferior em relação às pastelarias. E se o quer menos calórico, elimine a fruta cristalizada.

Os créditos desta pesquisa pertencem à DECO. Segundo esta Associação de Defesa do Consumidor, o bolo-rei é das especialidades de Natal mais calóricas, mas são poucos os que lhe resistem”.  A pesquisa de preços incidiu na região de Lisboa e revelou grandes diferenças. Enquanto nos hipermercados o preço por quilograma varia entre os € 5 e os € 12, nas pastelarias € 12 é o mínimo que se encontra, chegando a custar € 22, por quilo.

Os ingredientes marcam a diferença de preços. Por exemplo, o bolo-rei especial é mais caro porque pode contar com pinhões, ananás, praliné crocante, pétalas de violeta caramelizadas ou fios de ovos. Vende-se entre € 7,49 e € 9,99, por quilo, no hipermercado. Para quem não é apreciador de fruta cristalizada, há bolo rainha, bolo de frutos secos (com ou sem gila) e bolo-rei de chocolate, feito com frutos secos e chocolate. Mas ter um gosto diferente da maioria sai caro, pois o preço é superior. Qualquer que seja a sua escolha para acompanhar a época festiva, o hipermercado é mais amigo da carteira.

Sem adição de fruta cristalizada, o bolo rainha leva passas de uva, amêndoas, nozes, pinhões e avelãs misturadas com a massa. É comercializado entre € 6,65 e € 18,95, por quilo, no hipermercado, e entre € 15,99 e € 25, na pastelaria.

O bolo de frutos secos (com e sem gila) é rico em frutos secos como amêndoas, nozes, pinhões e avelãs. Pode ter doce de gila, como recheio ou cobertura. No hipermercado, custa entre € 7,99 e € 9,50, por quilo.

Esteja atento ao brinde. Este vem sempre identificado e a embalagem deve avisar sobre a sua presença. Os brindes têm de se distinguir claramente do alimento pela sua cor, tamanho, consistência e apresentação e serem construídos de modo a não causar um risco de asfixia, envenenamento, perfuração ou obstrução do aparelho digestivo.