MPT denuncia injustiça no aumento das pensões mais baixas para Idosos e Reformados

MPTO MPT-Madeira denunciou hoje publicamente, em comunicado, “a injustiça gritante que este Governo aprovou conjuntamente com o BE e o PCP-PEV nos aumentos das pensões mais baixas”.

Segundo o comunicado, o Partido da Terra concorda com o aumento e na sua opinião o aumento é manifestamente reduzido.

“Para nós os mais pobres e aqueles que passaram uma vida a fazer descontos deviam merecer uma humanidade social exemplar. Este aumento tem 2 pecados mortais gritantes que no seu conteúdo serviu apenas para fazer títulos e páginas de jornais sobre apoios do governo”, revela.

O Partido da Terra não entende como é que as pensões mais altas até aos 628,13€ terão um aumento de 10€ em 2017, deixando as pensões inferiores a 250€ com um aumento de apenas 5 ou 6€.
“Aqui se vê a incoerência total na atribuição de aumentos das pensões. Os que recebem menos têm aumentos menores e em sentido inverso, os que recebem mais, têm maior aumento”, revela.

Para o MPT-Madeira isto é “descriminação total sobre os mais pobres e carenciados de Portugal2.

O 2º pecado mortal é que a medida só é para aplicar em Agosto de 2017, ou seja, até lá os pobres não precisam dos aumentos, podendo então viver como sempre viveram.

“Em nosso entender isto não passa de pura campanha política por causa das eleições autárquicas que vão se realizar em Outubro de 2017, ou seja, são aumentados só em Agosto, quase nas vésperas das eleições autárquicas, o que traduz apenas propaganda política ao mais alto nível”,, denuncia.

para o partido, neste apregoar de apoios como arma política, as pessoas são sempre vistas como números, onde os que mais precisam são aqueles que menos recebem.

“Alguma coisa está mal neste processo e o MPT-Madeira não poderia estar calado perante uma situação gritante de injustiça social. Não gostamos de “engolir elefantes” e também não queremos fazer parte desta peça teatral onde o Governo PS apoiado pelo BE e PCP-PEV olham para os mais necessitados e carenciados como se fossem meras peças de um tabuleiro de xadrez. Para nós as pessoas merecem ser vistas de forma humana e com o reconhecimento devido e não como números onde se acredita que com uma migalha de esmola se consegue um voto”, remata.


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