Leonel Nunes defendeu aumento do salário mínimo

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O PCP realizou, ao longo do dia de hoje, uma acção de contacto com os trabalhadores, para apresentar as suas propostas de aumento do Salário Mínimo Nacional para os 600 euros já em Janeiro de 2017, e da existência de um acréscimo de 7,5% no Salário Mínimo Nacional a praticar na Região.

Numa acção realizada no Largo do Phelps, no Funchal, Leonel Nunes declarou que o salário mínimo nacional praticado em Portugal continua a ser dos mais baixo da zona Euro.

“Ao longo dos últimos 40 anos os sucessivos governos, PS, PSD, com ou sem CDS, optaram por uma política de baixos salários, que condenou os trabalhadores e o povo ao desemprego, à pobreza, à exclusão social, aos baixos rendimentos e à emigração. A opção de manter o salário mínimo nacional com valores extremamente baixos, tem reflexo profundo na generalidade das condições remuneratórias dos trabalhadores”, considerou. E apontou o facto de o salário mínimo em Portugal ter uma actualização muito lenta, tanto que durante o governo PSD-CDS cresceu abaixo do valor da inflação.

“A realidade demonstra que não é através dos baixos salários que se desenvolve o país e que se melhoram as condições de vida dos trabalhadores e do povo, é necessário uma mais justa distribuição da riqueza, e é por isso que o PCP defende o aumento do Salário Mínimo Nacional para os 600 euros já em Janeiro de 2017”, sublinhou o dirigente.

O PCP defende que, na RAM, tendo em conta a realidade económica e social, deve existir um acréscimo ao salário mínimo de 7,5%.

Actualmente já existe um acréscimo de 2%, mas que é insuficiente para fazer face aos custos de insularidade, sublinhou.

 


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