O PPM Madeira esteve durante este fim de semana em contacto directo com a população nos concelhos de Ponta do Sol e da Calheta, e em Machico e Caniçal. Na agenda levavam questões relacionadas com a Saúde e o problema do desemprego na região. O dirigente João Noronha considerou que foi um fim-de-semana frutífero, de muito diálogo com as pessoas quer na rua, nos mercados ou nos cafés.
“Transmitimos a nossa inquietação acerca destes assuntos, mas mais do que isso, ouvimos os lamentos da grande parte dos populares. A Saúde é uma das maiores preocupações e as referências à necessidade de um novo hospital ficaram bem patentes, mas não só. As queixas relacionadas com os centros de saúde foram bastante salientadas, levando a que muitos justificassem a ida a um centro clínico privado como a solução, mas salvaguardando que o dinheiro não chega para estes luxos. Esta é a prova que o regime republicano não tem assegurado saúde pública, gratuita e de qualidade conforme está na constituição”, acusou líder do partido monárquico.
Relativamente aos mais jovens e ao problema do desemprego, o PPM dá conta de que a preocupação é grande. O que ouvimos, na maioria dos casos, é que a emigração será a solução perante as dificuldades. Entretanto, lá se vão [as pessoas] desenrascando com as empresas de trabalho temporário, visto que actualmente poucas são as que querem contratar. O trabalho precário continua a ser uma triste realidade no nosso país. Mas não foi só na camada mais jovem que ouvimos lamentos”, referiu. O que não falta são “pessoas com mais de 45 anos desmoralizadas e absolutamente preocupadas com o seu futuro e dos seus por não conseguirem arranjar trabalho”.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






