
O novel partido Juntos Pelo Povo (JPP) enfrenta nos últimos tempos um caminho de divisão interna que pode fazer estragos nas próximas eleições autárquicas. A força política que arrecadou um resultado surpreendente no último escrutínio eleitoral e que fez pasmar os seus adversários, soma agora demissão atrás de demissão, embrulhadas num silêncio ensurdecedor.
O partido que prometeu passar a pente fino os dossiers escaldantes da Madeira, trava há meses guerras intestinas. Desagregação? Crises de crescimento? Falta de energia e coesão internas para a maratona do combate político?
Enquanto impera o cauteloso silêncio da direção, o Estepilha, com a devida modéstia, recomenda um trabalhinho de casa aos Juntos Pelo Povo: reler as lições da História em matéria de ciência política e disputas de poder, campo aliás que o presidente da JPP bem domina. Há que salgar o auditório, como diria o eterno Padre António Vieira, pois, se não salga, ou os pregadores se pregam a si próprios ou a terra não se deixa salgar…
A Oposição esfrega as mãos e lembra ao eleitorado que os balões de oxigénio rapidamente se esvaziam com a a passagem do tempo.
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