
Costuma dizer-se que Natal é quando o homem quer.
Pois bem, Santos Populares é quanto dos CTT querem.
Efetivamente, os CTT “prolongaram” os festejos dos santos populares.
(Rui Marote) No edifício sede da Rua Calouste Gulbenkian, no último andar, terraço, continuam os mastros e as bandeiras a engalanar chamando atenção dos transeuntes.
Depois do Santo António, do São João e de São Pedro só nos resta a festa das vindimas e as festas de fim de ano.
Se calhar montar e desmontar sai caro… o melhor é permanecer.
Estepilha!
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