
O PTP realizou hoje uma iniciativa política no Caminho das Preces, em Santo António, em frente a um armazém, que, segundo o deputado José Manuel Coelho, foi alugado há cerca de quatro anos pela agente de execução Maria João Marques, que tem vindo a estar na mira daquele parlamentar por, alegadamente, ter executado penhoras e “nunca ter entregue o dinheiro aos exequendos”.
“A justiça diz que não sabe o paradeiro da senhora, e entretanto, no nosso partido, não param de chover telefonemas de pessoas que têm sido lesadas (…)”, afirmou. “Penhorou mercadoria, e não entregou o produto da venda aos donos das penhoras”.
Coelho prosseguiu para declarar que a senhoria do armazém em questão há quatro anos que não recebe renda, e já meteu um processo em tribunal para uma acção de despejo. “Entretanto, este armazém, que se encontra repleto de toda a sorte de mercadorias penhoradas, desde automóveis a mobílias, roupas e artigos alimentares”, está, afirmou, parado.
“E a justiça aqui na Madeira diz que não conhece o paradeiro da senhora”, criticou. No entanto, afirmou que a mesma mantém operacional um escritório em Cascais, enquanto há muita gente para ser ressarcida.
Além do mais, revelou, recentemente o armazém foi assaltado e o senhorio teve de meter novas fechaduras.
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