Juventude monárquica quer maior autonomia das escolas públicas e liberdade na definição dos currículos

ppm

A Juventude Popular Monárquica do PPM, reza um comunicado de Nelson Barbosa, vice-presidente da Comissão Política da Juventude Popular Monárquica, defende maior autonomia das escolas públicas e liberdade na definição dos currículos.

Nelson Barbosa quer uma política educativa que contemple não só o investimento na autonomia da escola pública como também a transferência de competências de contextualização curricular para os municípios e entidades intermunicipais.

Para este responsável, “os contratos de associação entre o Estado e os colégios privados devem ser a excepção que confirma a regra no sistema educativo, a regra do investimento na escola pública, na qualidade do ensino e na dignificação dos professores”, realçando que “a JPM acredita na gestão descentralizada e na liberdade de escolha por parte dos alunos quer da escola quer do currículo como critérios fundamentais para a valorização dos cidadãos e a satisfação das necessidades do país”.

Classificando de “imoral” a argumentação dos que “defendem o cumprimento dos contratos de associação, quando, em anterior período governativo, incumpriram grosseiramente contratos com funcionários públicos, pensionistas e reformados” e de “obsceno” o discurso dos “partidários da redundância curricular e do despesismo consequente quando, outrora, acusaram a sociedade de parasitismo generalizado”, o membro da JPM afirma que “as classificações obtidas pelos alunos não permitem, por si só, aferir sobre a qualidade das escolas e que a igualdade de oportunidades no acesso ao ensino não se concretiza reduzindo a oferta pública”.

“A Finlândia”, diz, “tem consistentemente alcançado, com um sistema maioritariamente público e autonomia atribuída às escolas, classificações de topo nos diversos domínios do conhecimento estudados pela OCDE, enquanto a Suécia, com uma proporção cada vez maior de colégios independentes operados por empresas privadas, regista uma queda dramática nos seus padrões de ensino.”


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