O assunto é sério e está a afetar vários setores da economia regional e até já chegou aos serviços de saúde. A greve do estivadores, em Lisboa, continua a afetar áreas vitais. O Hospital Dr Nélio Mendonça está à beira da rutura em termos de falta de soros e medicamentos, inclusive com risco dos stocks de segurança em áreas nucleares como a cirurgia, a anestesia, a oncologia e a hemodiálise.
Face à gravidade da situação, e tal como o Governo Regional divulgou ontem em comunicado, recorreu-se à “Força Aérea Portuguesa para que efectuasse o transporte de um conjunto de medicamentos necessários à população do arquipélago, por forma a que não ocorressem ruturas de stock”. Um contacto a que a FA respondeu prontamente, atitude enaltecida pelo Executivo de Albuquerque.
Entretanto, o gabinete do Secretário Regional da Saúde, em articulação com a Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura, desenvolveram no terreno uma série de contactos institucionais para resolver o assunto, destacando-se a intervenção do titular da pasta da Economia, Eduardo Jesus.
Tudo se conjuga para que os medicamentos de reforço cheguem à Madeira na próxima terça feira para suprir as faltas e evitar ruturas de stocks que poderiam afetar os doentes.
Segundo o Governo Regional tudo será feito para salguardar os direitos dos madeirenses e portossantenses à prestação dos cuidados de saúde.
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