
A Turquia e a União Europeia chegaram a um acordo relativamente à crise de refugiados, que fará com que vários países europeus façam regressar à Turquia múltiplos migrantes, em troca de ajuda e várias concessões políticas.
A partir do próximo domingo, os migrantes recém-chegados à Grécia serão mandados de volta à Turquia se o seu pedido de asilo for rejeitado.
Em troca, os países da União Europeia realojarão os migrantes da Síria que estão a viver na Turquia.
Os líderes europeus mostraram satisfação pelo acordo, mas a chanceler alemã Angela Merkel avisou sobre possíveis desafios legais no futuro.
Alguns membros da UE demonstraram preocupação relativamente ao currículo da Turquia em matéria de direitos humanos. Apesar disto, o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu considerou que se trata de “um dia histórico”.
“Compreendemos hoje que a UE e a Turquia têm o mesmo destino, os mesmos desafios e o mesmo futuro”, declarou.
O primeiro-ministro britânico David Cameron apoiou o acordo, dizendo que poderá diminuir significativamente os números de migrantes que atravessam o Mediterrâneo para entrar na Grécia por barco.
Mas Kate Allen, do grupo de direitos humanos Amnistia Internacional, disse que é absolutamente vergonhoso ver líderes tentarem abandonar as suas obrigações legais.
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