
João Faria Nunes afirmou que, na sua expectativa, a partir de 2020 a Madeira ficará completamente coberta em matéria de médicos de medicina geral e familiar. O secretário regional da Saúde está a abordar na Assembleia Regional a questão dos cuidados de saúde primários enquanto base da estrutura do sistema de Saúde – conforme salientou, em intervenção, a deputada do PCP, Sílvia Vasconcelos. Esta parlamentar sublinhou a importância dos mesmos como promotores da melhoria da saúde pública.
Faria Nunes quer um novo sistema de cuidados geridos num agrupamento de centros de saúde dirigidos por um coordenador principal, e directores dos centros de saúde a quem possa responsabilizar, porque actualmente não sabe como o há-de fazer. “Eu tenho que ter mão nos centros de saúde”, sublinhou.
Apesar de crer que o diploma que propõe é o mais indicado para melhorar a situação, e capaz de motivar mãos os profissionais de saúde, Faria Nunes enfrenta as críticas da oposição, nomeadamente de Quintino Costa , PTP, e Roberto Almada, BE, pela situação do sistema de Saúde e da qualidade do atendimento nas urgências hospitalares na região, que, disse este último parlamentar, “está ao nível do Burkina Faso”.
No hospital, denunciou, e apesar do esforço dos profissionais de saúde, “há idosos a passarem toda a noite em macas, nos corredores das urgências”.
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