As sete maravilhas do mundo antigo: o Templo de Ártemis em Éfeso

artemis 1(*Com Tomás Velosa,Tomás Ornelas e Bárbara Balelo)

O templo de Ártemis em Éfeso, uma das 7 Maravilhas do Mundo Antigo, foi construído para honrar a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, sendo o maior templo do mundo antigo.

Fora erguido em Éfeso, na atual Turquia. O templo foi construído em 550 a.C. por Quersifrão, arquiteto cretense, e por seu filho, Metagenes.

Após a sua finalizaçao, tornou-se numa atração turística com visitantes de diversos lugares que entregavam oferendas. Foi o maior templo do mundo antigo, e durante muito tempo o mais significativo feito da civilização grega e do helenismo, foi construído no século VI a.C. no porto mais rico da Ásia Menor.

Era composto por 127 colunas de mármore, com 20 metros de altura cada uma. Os colonizadores gregos encontraram os habitantes da Ásia Menor venerando uma deusa que identificaram como Ártemis. Então construíram um pequeno templo que foi reconstruído e aumentado muitas vezes. Somente na quarta expansão o templo, que levou 120 anos para ser terminado, foi incluído na lista das sete maravilhas do mundo antigo.

Media 138 metros de comprimento por 71,5 metros de largura com colunas de 19,5 metros de altura ganhando a sua fama devido a sua monumental estrutura e as suas obras de arte, entre elas a escultura da deusa em ébano, ouro, prata e pedra preta. Hoje em dia restam algumas esculturas e objetos, expostos em Londres.

No templo, chegaram a trabalhar centenas de sacerdotisas virgens, as quais praticavam a abstinência sexual e artes mágicas, acreditando na superioridade feminina. Foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, acreditando que ao destruir o templo de Ártemis a sua fama iria-se expandir por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram o seu nome, só conhecido graças ao historiador Estrabão.

A primeira vez que o templo fora restaurado foi por ordem de Alexandre o Grande, tendo inicio só em 323 a.C., ano da morte do macedónico. Em 262 d.C., foi outra vez arrasado pelos godos. Com a conversão dos cidadãos da região e da europa ao cristianismo, a importância do templo entrou em decadência e foi deitado abaixo em 401 d.C. Nos tempos de hoje apenas resta um pilar da construção original.