Eduardo de Jesus confrontado pela oposição com áreas ‘quentes’ da sua tutela como o subsídio de mobilidade

Eduardo Jesus
Fotos Rui Marote

Prosseguiu esta manhã, na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), o debate na especialidade da proposta de Orçamento e Plano da Madeira para 2016.

As despesas da casa couberam, esta manhã, ao secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus.

O orçamento da Secretaria é de 81 milhões, sendo 38 milhões para investimento.

O governante foi confrontado pelos deputados com diversas questões das áreas da sua tutela designadamente Administração portuária e transportes, aéreos e marítimos, a ‘saloiada’ (expressão usado pro Gil Canha) do Brava Valley ou a indemnização que o Governo terá de pagar (cerca de 800 mil euros) para reaver a concessionada Quinta do Imperador.

Foi confrontado com o famoso cais 8, com o subsídio de mobilidade (passagens aéreas) e com a promessa política de reposição do ferry (ligações marítimas) com o continente.

Sobre esta última matéria, o relatório será conhecido na primeira semana de Janeiro.

Antes da bateria de perguntas/resposta, Eduardo Jesus traçou o que já foi feito em 8 meses de governação: O ano excepcional do ponto de vista turístico (para o qual concorreram medidas já implementadas), a introdução de um sexto operador na linha aérea (Everjets).

Na forja incentivos fiscais para empresa tecnológicas (Brava Valley), revisão do Plano de Ordenamento Turístico, recuperação de monumentos e edifícios históricos, e criação do Museu do Romantismo da antiga quinta do imperador, no Monte.

Depois de Eduardo Jesus, ainda hoje será a vez do secretário regional da Educação, Jorge Carvalho apresentar as linhas mestras para a pasta que tutela.

A votação final do Orçamento e Plano está marcada para sexta-feira.


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