JPP reage também a Eduardo Jesus

JPP

O JPP reagiu às declarações de Eduardo Jesus dizendo o Governo regional PSD vem hoje considerar que existe muito “ruído” nos comentários ao subsídio social de mobilidade. Deste modo o JPP tem a acrescentar:que o Governo Regional confunde “ruído” com propostas e colaborações concretas da cidadania participativa, uma situação que “demonstra um certo nervosismo do executivo em lidar com o contraditório”.

“A verdade”, diz o JPP,  “é que este episódio deve ser analisado com diversos pontos de vista, e o apregoado “ruído” tem sido consequência direta da estratégia do Governo Regional . A proposta que vinha revolucionar o sistema de mobilidade insular (apesar de ser uma cópia do modelo açoriano) redundou num fracasso, conseguindo uma unanimidade – Ninguém gosta desta portaria e o único que a defende, admitindo já revisões, é o PSD e o seu governo. A insistência em tetos máximos para o subsídio, os 60 dias para receber o reembolso são justificados com explicações que atiram para o cidadão a melhor gestão das suas viagens, sem atender a imprevistos, doenças ou outras situações que justifiquem a compra imediata da passagem e o consequente investimento necessário para tal”.

O JPP preconiza, portanto, o reembolso imediato do subsídio, a exemplo do que se passa nos Açores. Outra situação tem a ver com o plafond dos 11 milhões. “A partir desse valor os madeirenses deixam de ser portugueses? Quando se ultrapassar esse valor como é que vai ser? Deixa de haver subsídio?”, questionam.


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