
A Direção Regional da Administração da Justiça já teve dias melhores. A situação é preocupante: serviços divididos, uns na Vila Passos, outros no prédio dos CTT, e sem condições de funcionamento, de tal maneira que os contactos telefónicos têm vindo a ser efetuados dos telemóveis dos próprios funcionários.
Há 11 anos a presidir à Direção, Jorge Freitas, que antes reportava à Vice-Presidência de Cunha e Silva, vê-se agora a braços com múltiplos entraves.Os últimos três anos foram passados na também exígua Vila Passos. Mas Jorge Freitas regressou ao imóvel dos CTT, com a secretária e um adjunto. Os 28 funcionários continuam na Vila Passos, numa clara dispersão de serviços.Uma saída forçada da Vila Passos para acolher os serviços florestais que ali se instalaram provisoriamente enquanto decorrem as obras de cobertura do prédio onde funcionavam, em Santo António, devido ao amianto. Uma mancha difícil de compreender num serviço vocacionado para as questões ambientais.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





