
Maio evoca a explosão de alegria do trabalhador que, em 74, saiu à rua para comemorar a liberdade e os seus direitos. As manifestações de rua são emblemáticas deste feriado. Podem bem dizer que são sempre os mesmos que se atrevem a dar a cara e defender o que faz falta. Mas é preciso louvar-lhes a coerência, a persistência, a coragem que, como as imagens documentam, não tem idade.
São mulheres, são homens, poucos mas os suficientes para gritar palavras de ordem contra o flagelo do desemprego – a que todos assistem quase impotentes – a precariedade no trabalho, a emigração forçada num país que não acolhe, salários em atraso por empresários sem escrúpulos e tantas outras reivindicações mais do que evidentes.

Na baixa do Funchal, junto ao Apolo, elas e eles, normalmente com um longo historial de luta sindical continuam a sair à rua em defesa dos trabalhadores.
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