
Eles já tinham pouco. E agora ficam reduzidos a nada. Assim se escreve a história do Nepal, fustigado com um sismo com a magnitude de 7,8 na escala de Richter e com cerca de 2 mil mortos, segundam rezam as últimas estatísticas.
A tragédia surpreendeu o Nepal neste sábado e o rasto de destruição e dor é total. Segundo as contas da ONU, o sismo atingiu cerca de 6,6 milhões de pessoas em zonas distintas daquele território.

Mais uma vez, o mundo assiste consternado a uma tragédia de tão grave magnitude, impondo-se agora a solidariedade internacional na ajuda às centenas de vítimas deste flagelo. A capital Katmandu foi brutalmente atingida e, nos escombros, continuam a ser resgatados corpos. As equipas de resgaste não têm mãos a medir e é tudo tão dramático quanto difícil no terreno, segundo rezam as crónicas dos jorna listas que têm divulgado as últimas notícias.
O repórter fotográfico, Rui Marote, visitou recentemente o Nepal e dá conta das suas impressões: “É um território com a particularidade de as construções serem quase todas feitas à base de tijolo. A beleza contrasta com a pobreza e a fé imensa deste povo, habituado às agruras da vida.”
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





