
As críticas foram mais que muitas. A austeridade falou mais alto. A população não tem poupado de críticas o governo nacional. Nem sempre estiveram de acordo. Quase que acontecia uma rutura “irrevogável”. Prevaleceu a continuidade. Pedro Passos Coelho e Paulo Portas continuam arriscar. Por isso, anunciaram a continuidade da coligação PSD-CDS/PP para as próximas Eleições Legislativas, agendadas para outubro próximo.
Depois dos sacrifícios impostos aos portugueses, ambos os líderes da aliança política querem agora colher os frutos. Lembram que “os outros trouxeram a troika para Portugal e nós a fizemos sair”, assim salientou Paulo Portas. Foi necessária a austeridade para reabilitar as finanças.
A oposição não perde tempo e critica uma parceria de má memória para os agregados portugueses, que perderam poder de compra, foram atirados para o desemprego e viram os salários diminuir.Muito têm a lembrar a este governo coligado na próxima campanha eleitoral.
Mas Passos Coelho e Portas vão enfrentar o desafio das urnas novamente coligados. Compete ao povo julgar.
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