
Na primeira situação, o navio encontrava-se a navegar a 200 milhas náuticas, o equivalente a cerca de 370 quilómetros, a nordeste do Funchal, quando contactou o MRCC Lisboa, através de telefone satélite, a informar que se encontrava a bordo um homem com um perfil hipotensivo e uma infeção urinária.
Na segunda situação, já após o desembarque do primeiro paciente, o navio voltou a contactar o MRSC Funchal, a cerca de 70 milhas náuticas, cerca de 130 quilómetros, a norte do Funchal, a solicitar um novo resgate médico, desta vez de uma mulher de 82 anos com uma fratura na anca.
Ambas as avaliações dos pacientes foram efetuadas pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes Marítimos (CODUMAR), tendo sido determinado o resgate médico.
As ações ocorreram em estreita coordenação com a Força Aérea Portuguesa, através do RCC Lisboa que, para o efeito, empenhou, por duas vezes, a aeronave EH-101.
Os pacientes foram posteriormente encaminhados para uma unidade hospitalar.
A Marinha, através dos seus Centros de Busca e Salvamento Marítimo, garante uma resposta contínua a incidentes que possam ocorrer nos espaços marítimos sob responsabilidade nacional, 24 horas por dia, 365 dias por ano.
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