JPP quer nome de Madalena Costa para o Pavilhão da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz

Uma homenagem a “uma atleta excepcional”: é assim que o Grupo Parlamentar do Juntos Pelo Povo (JPP) qualifica a recomendação ao Governo Regional da Madeira para atribuir o nome da jovem Madalena Costa, campeão mundial de patinagem artística, ao Pavilhão da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz.

A proposta do maior partido da oposição vai chegar à Assembleia Legislativa da Madeira (ALRAM), esta semana, em forma de projecto de resolução, para ser discutido e votado.

Madalena Costa é, hoje, um rosto que vence a uma escala global. Ao sagrar-se Campeã Mundial Sénior em Pequim, aos 17 anos — a mais jovem de sempre e a primeira portuguesa a atingir este zénite — Madalena provou que a nossa insularidade não é uma barreira. E esta é apenas uma das inúmeras vitórias que soma, assinala o texto do JPP.

Enquanto representantes do povo madeirense, o JPP entende que “o reconhecimento público deve ser tempestivo e proporcional ao mérito”, e acrescenta: “Não podemos esperar décadas para honrar quem, no tempo presente, é uma das 40 mulheres mais influentes de Portugal e uma referência incontornável da patinagem artística mundial.”

O maior partido da oposição entende que todo o percurso internacional da atleta de Santa Cruz justifica a sugestão ao Governo Regional. “Esta recomendação, própria de um movimento de cidadãos que dá voz à vontade da população, visa transmitir que o sucesso é possível com disciplina e ética”, é referido. “Recomendamos formalmente ao Governo Regional a atribuição do nome ‘Madalena Costa – Campeã de Patinagem Artística’ ao Pavilhão da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz”.

No texto que subirá a plenário pode ler-se o reconhecimento “ao papel vital do clube Santacruzense e da sua estrutura técnica, saudando a treinadora Sheila Rodrigues, que esteve na primeira linha deste percurso”.

“Ao perpetuarmos o nome de Madalena Costa num espaço público estamos, em primeiro lugar, a homenagear e, em segundo lugar, a investir na memória colectiva desta Região, demonstrando reconhecer a excelência. É um acto de justiça para com uma atleta que, com humildade e mestria, elevou a bandeira do país no topo de pódios mundiais”, conclui o JPP.


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