A transportadora aérea easyJet considerou hoje que o fim do tecto máximo do preço das viagens pode ter efeitos negativos, funcionando ao contrário do que se deseja, e tendo como consequência um desinsvestimento da easyJet na capacidade de oferta para a RAM.
O preço das viagens deverá subir e muitos turistas nacionais poderão deixar de viajar para a RAM. Segundo dados avançados, 70% dos portugueses que viajam do continente para a Madeira não são residentes.
Para o director-geral da easyJet em Portugal, José Lopes, medidas “populistas” podem prejudicar o turismo. Apontou ainda o impacto adicional sobre as finanças públicas que representará o encargo estatal com o subsídio de mobilidade.
O secretário regional da tutela, Eduardo Jesus, está de acordo e considera que o modelo de subsídio vai influenciar a actuação das transportadoras aéreas. “As transportadoras programam a sua operação com base na procura antecipada”, declarou. Ora, ao acabar-se com incentivos à compra antecipada poderão surgir mais aquisições de última hora, comprometendo a oferta dos voos.
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