O PCP veio emitir uma saudação especial a todos os trabalhadores da Região Autónoma da Madeira que “hoje demonstraram a sua força, determinação e unidade na defesa dos seus direitos, contribuindo para derrubar o pacote laboral e a política de exploração e empobrecimento que querem impor a quem vive da sua força de trabalho”.
O PCP saúda ainda o movimento sindical unitário, o seu sentido de organização e mobilização, que ao longo das últimas semanas construiu aquela que foi a Greve Geral com maior impacto na Região Autónoma da Madeira, consideram.
“Apesar das tentativas do patronato e do Governo Regional para boicotar o direito à greve, os trabalhadores e as suas organizações sindicais estiveram à altura e fizeram erguer a maior jornada de luta das últimas décadas.
Do sector público ao setor privado, passando pelo sector social, foi notória a forte adesão à Greve Geral: dezenas de escolas encerradas, centenas de serviços a funcionar apenas com os mínimos decretados — nomeadamente na saúde —, condicionamentos evidentes nos transportes públicos, nos aeroportos, no sector da hotelaria e similares, na comunicação social, no CARAM com uma adesão de 22%, na Empresa de Cervejas da Madeira e na ARM”, enunciam os comunistas.
Esta jornada de luta demonstra a importância central dos trabalhadores na vida em sociedade e no funcionamento da economia. Demonstra também a força transformadora dos trabalhadores organizados e determinados a defender os seus direitos, entendem.
“A Greve Geral realizada hoje constitui uma etapa decisiva na luta para derrotar o pacote laboral do Governo da República PSD/CDS, apoiado pelo Chega e pela Iniciativa Liberal — um pacote que representa uma verdadeira declaração de guerra aos trabalhadores.
O PCP reafirma a sua solidariedade com todos os trabalhadores que participaram nesta importante jornada de luta e continuará firme ao lado daqueles que combatem o pacote laboral e os seus executores. Saudamos todos os que hoje se levantaram, com coragem, para afirmar que não aceitam a política de exploração e empobrecimento imposta ao País e à Região”.
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