Rui Marote
Afinal “o burro sou eu” é uma rubrica do Funchal Notícias que não tem sido muito utilizada nos últimos tempos.
Esta manhã, duas carrinhas de uma empresa construtora e quatro trabalhadores junto ao logótipo da Madeira na Praça do Povo tiravam medidas ao chão, com riscos e mais riscos assinalados.
Já decorreram quatro anos que esse novo logótipo foi ali colocado por Eduardo Jesus. O Estepilha na altura publicou no FN: “Muda-se a imagem da RAM como que muda de cuecas…”
No mesmo dia o antigo presidente da RAM, Alberto João Jardim, na sua página de Facebook escreveu: “Novo logótipo da RAM é “snobismo pequeno- burguês”, arrasando a nova imagem.
Uma marca de sucesso como a Madeira não anda a ser mudada, defendia. Não vamos inserir as duas publicações mas os interessados podem consultar o arquivo do FN.
Após uma longa espera, dizíamos, saiu de uma das carrinhas um gerador eléctrico e uma extensão a ligar a uma máquina (ramona) com disco para serrar pedra (ver fotos).
O motivo desta operação deve-se a que só agora se chegou à conclusão que aquele grande logótipo da Madeira estava colocado entre duas palmeiras e ocupando dois canteiros (ver fotos), e que isso não seria o mais apropriado… Quatro anos depois o logótipo avança cerca de um metro para a frente, assim libertando as duas árvores.
Ou seja, quatro anos depois da colocação, entendeu-se que a colocação do logótipo não estava correcta. Bem, mais vale tarde do que nunca. Estepilha!
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