A candidatura da CDU às próximas eleições legislativas nacionais esteve durante a tarde desta segunda-feira na Rua Fernão de Ornelas, no Funchal. Ali a cabeça de lista, Herlanda Amado considerou ser muito importante que as pessoas estejam esclarecidas sobre o que está em causa nestas eleições.
“Cada voto confiado na CDU é importante para reforçar os direitos de quem vive nesta Região, porque o voto é a única forma de mudar a vida de todos e cada um que vive nesta terra. O voto é a ferramenta conquistada a pulso pelo povo e os trabalhadores para ter direito a uma vida digna; para ter direito a um trabalho com direitos; para ter direito a uma habitação; para ter direito à saúde e educação; para ter direito a uma pensão e reforma digna. O voto tem de ser usado de forma responsável e com a convicção de que, quando for usado, será um contributo para melhorar cada dia da nossa vida”, disse Herlanda Amado.
“A CDU respeita cada voto confiado na nossa candidatura e quem confia o seu voto à CDU sabe que está a entregar a responsabilidade a esta força que tem a coragem para enfrentar a direita e a extrema-direita; a única força com coragem para enfrentar tudo e todos na defesa intransigente dos direitos”, reclamou.
“Quanto mais força tiver a CDU, quantos mais votos tivermos, quantas mais ferramentas tivermos, mais bem preparados estaremos para defender todos os que confiarem em nós”, afiançou Herlanda Amado.
Para esta responsável partidária, é inaceitável que haja candidaturas que de forma imoral apresentem “propostas de aumento do salário mínimo para 2029. “Mas e o agora, não é agora que as pessoas passam fome? As pessoas precisam do aumento dos salários, hoje e não daqui a 4 anos”, disse.
O que está em causa é isso, explicou. Uns “prometem” aumentos para 2029, daqui a 4 anos, mas a CDU, porque conhece a difícil realidade vivida por milhares de famílias madeirenses e porto-santenses, propõe que esse aumento seja já em Julho de 2025, “porque existem condições para isso e a economia do País aguenta”.
Para os comunistas, q1uem já não aguenta com salários de miséria, quem já não aguenta é quem tem de juntar os cêntimos no final de cada mês, quem já não aguenta é quem tem de escolher se vai ao supermercado comprar o mínimo para sobreviver ou ir a uma farmácia comprar “aquele” medicamento específico que não pode faltar, porque não dá para “aviar” a receita toda.
Quem já não aguenta, insiste a CDU, é quem não consegue pagar a prestação da casa, porque as prestações só descem nas televisões, porque da conta bancária o que sai são valores cada vez mais difíceis de pagar. Quem já não aguenta é quem sabe que o prazo dado pelo senhorio para sair da casa está a chegar, porque o contrato não será renovado.
“A 18 de Maio todos vão a tempo de garantir que a CDU terá as ferramentas necessárias para lutar sem amarras, na defesa e pelos direitos de quem vive na Região. A 19 de Maio, pode ser tarde se essas mesmas ferramentas forem dadas a quem nunca soube, ou quis, lutar pelos madeirenses e porto-santenses. É isso que está em causa”, sentencia a CDU.
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