Bruna Perry apela ao voto na coligação PSD-CDS

Bruna Perry, a candidata mais jovem dos primeiros seis lugares elegíveis, foi a porta-voz  da candidatura da AD – Coligação PSD/CDS  no apelo, hoje, ao voto no próximo dia 18 de Maio.

Em foco esteve o voto antecipado, especialmente relevante para quem está fora da Região nesta data, nomeadamente os jovens estudantes e trabalhadores.

“Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira precisam do vosso voto para que possamos continuar a trabalhar em prol da nossa Região e do nosso País e, neste sentido, a partir de hoje e até ao próximo dia 8 de Maio, qualquer pessoa que se encontre fora da Região, pode votar, bastando aceder a www.votoantecipado.pt, preencher os seus dados pessoais e indicar a mesa de voto onde pretende realizar o voto no próximo dia 11 de Maio”, disse a candidata. A medida também se aplica a quem aqui reside e que pretenda votar antecipadamente, mas assume especial relevância para os jovens que se encontram a estudar no continente.

A candidata recordou que “o voto antecipado é importante para os jovens madeirenses e porto-santenses ou até para que os trabalhadores que se encontram fora da Região possam continuar a contribuir para o futuro da nossa Região e, acima de tudo, do nosso País, porque nestes últimos anos de governação do PS, vimos que os nossos jovens não conseguiam comprar ou arrendar casa, o aumento do custo de vida disparou e os seus rendimentos não conseguiam acompanhar este aumento e, portanto, aquilo que é essencial é votar”, insistiu a candidata.

Foi, disse, com a AD que se aplicou o IRS Jovem e será com a AD que se continuará a trabalhar “com vista a garantir a majoração do financiamento à Universidade da Madeira e o Estatuto do Estudante deslocado”, entre outras medidas, assinalando-se, ainda no caso da Região, a construção das residências universitárias que há muito eram reivindicadas pelos deputados do PSD/M eleitos à Assembleia da República.                                                  

Bruna Perry terminou dizendo que “o mais importante é participar” e que esta medida é um passo essencial para combater a abstenção.


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