O LIVRE afirma que o 25 de Abril libertou Portugal da ditadura e trouxe a promessa de liberdade, justiça e igualdade, no continente, nas ilhas, em todo o país. Porém, na Madeira, essa promessa ainda está por cumprir por inteiro.
“Durante décadas, a autonomia que deveria ter servido para aproximar o poder do povo, foi capturada por dinâmicas de poder fechadas, clientelas, e muitas vezes autoritárias. A alternância democrática tornou-se uma miragem. O debate político foi empobrecido. A crítica, marginalizada. A dependência, perpetuada”, denuncia o partido.
2Quando dizemos que “ainda não houve um 25 de Abril na Madeira”, não é por desrespeito à História — é por respeito à sua essência. Porque o espírito de Abril vive na luta por uma democracia real, participativa, plural, inclusiva. Vive na vontade de quebrar ciclos de silêncio, de denunciar injustiças, de abrir espaço a novas vozes — especialmente aquelas que sempre foram empurradas para a margem: mulheres, jovens, trabalhadores, cuidadores, artistas, ambientalistas”, refere esta formação política.
“A Madeira precisa de um novo começo. Um que reconheça o passado, mas que não se prenda a ele. Um que leve a autonomia a sério — com transparência, com igualdade, com liberdade verdadeira. O LIVRE Madeira acredita que é possível. Porque Abril não é uma data — é uma prática. E na Madeira, essa prática está ainda por fazer”, conclui o comunicado enviado às Redacções.
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