Paulo Cafôfo votou esta manhã nas eleições internas do PS-Madeira, às quais se apresentou como candidato único à liderança do partido. Um momento que classificou como importante na vida interna do PS, mostrando que, ao contrário de outros partidos, nomeadamente o PSD e o seu presidente, não tem “medo da democracia”.
Considerou, por isso, que estas eleições acabam por permitir que os madeirenses possam aferir a diferença entre os dois partidos, mas, acima de tudo, a postura das duas lideranças.
O candidato – e actual líder – sublinhou a importância deste acto eleitoral para promover a coesão e mobilização do partido e o empenho dos militantes para os combates eleitorais que se avizinham, nomeadamente as eleições regionais de 23 de março e as autárquicas.
E, já a pensar nas eleições legislativas, assegurou que o PS é o único partido que pode garantir a estabilidade na Região, vincando que Miguel Albuquerque e o PSD, depois da instabilidade que causaram, não podem ser a solução para os madeirenses. “Acredito que os madeirenses e porto-santenses vão dar força ao PS para formarmos Governo, com uma solução que garanta estabilidade na Região”, expressou.
Paulo Cafôfo adiantou que está “de pedra e cal” com os madeirenses e com o compromisso de mudar a Madeira e transformar a vida das suas gentes, com soluções para os problemas da habitação, da saúde, a melhoria dos rendimentos, e a criação de oportunidades para todos, nomeadamente os jovens, para que não tenham de sair da sua terra.
O socialista afirmou que há duas questões que os madeirenses terão de fazer a si próprios: “Que atitude e postura querem ter perante as dificuldades criadas por Miguel Albuquerque e o PSD? Que escolhas e decisões tomarão nestas eleições, para que nada continue igual?”
Apelando à coragem dos madeirenses, com a qual se mostrou convicto que irá contar, Paulo Cafôfo salientou que deseja uma “mudança tranquila” para a Madeira.
“Com o PS não vai haver uma revolução. Vai haver uma evolução no respeito pelas instituições – pela Autonomia e pela Democracia – mas, acima de tudo, no respeito pelas pessoas, com outra ética de governar, em que se possam resolver os problemas, com o objetivo e as decisões do Governo centrados não no interesse pessoal, mas no interesse de todos os madeirenses e porto-santenses”, garantiu.
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