Albuquerque clarifica: “Não há eleições internas ao sabor do freguês”

No diálogo com os jornalistas, à margem da cerimónia do Dia da Escola, Miguel Albuquerque afirmou que a sua expetativa em relação ao próximo Conselho de Estado é que “o Presidente da República aponte uma data para a realização de eleições, entre 16 ou 23 de março”.  Um compasso de espera importante mas que não se pode arrastar. “A situação de termos uma região sem governo e orçamento não é favorável para ninguém. Há que resolver a questão política para a estabilidade”.

Confrontado com as críticas socialistas, de Paulo Cafôfo, Albuquerque replicou: “Eu nada tenho a ver com o que o PS diz ou faz sobre eleições internas do PSD. Não há eleições internas ao sabor do freguês. Temos estatutos para cumprir. A nós ninguém nos dá lições de democracia interna. Cumprimos os estatutos. Além disso, recordo que tive umas eleições disputadíssimas internas em março último”.

Explicando melhor as razões do adiar do Conselho de Estado, para a próxima sexta feira, o presidente do GR declarou: “O presidente da República teve o funeral do presidente Carter e só marcou o Conselho de Estado para a próxima sexta feira porque poderá participar na tomada de posse do presidente de Moçambique”.

Questionado ainda sobre as razões de marcar presença no Dia do Liceu, o presidente do GR explicou que “uma das áreas mais  importantes para o futuro da Madeira é a educação e, como tal, precisa de ter uma atenção permanente do governo, para assegurar condições e recursos para formar as gerações, sobretudo com uma aposta nos bons valores”.

O “Liceu” carece de melhoramentos no seu edifício histórico. O presidente está consciente do assunto. Referiu que, neste momento, a escola prioritária é a Escola da Levada, seguindo-se o apoio a todos os outros estabelecimentos com carências.

 


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