Rui Marote
No próximo dia 12 de Janeiro faz dois anos que foi colocado o tapume de protecção às obras da primeira fase da Marina do Funchal. Na altura intitulámos a ocorrência de “Apagão Paisagístico” (ver foto), embora necessário para segurança da obra. No dia 30 Janeiro de 2023 sugerimos que, para diminuir o impacto visual, fossem colocadas fotografias do projecto no tapume, e como exemplificativo ilustrámos com fotos da marina de Jeddah, na Arábia Saudita, que estava em obras e que tínhamos visto há então pouco tempo.
A APRAM atendeu à nossa sugestão e colocou ao longo do tapume painéis ilustrativos. Amenizou o impacto da obra e deu a conhecer o que ali se iria construir. Porém este povo superior destruiu os cartazes passado pouco tempo, exibindo as suas artes marciais com pontapés, o que custou algumas centenas de euros ao cofre dos portos.
A nossa teimosia leva-nos a insistir até à última, para vermos cair este muro que tapa a vista. Aguardamos impacientemente o derrube desta muralha nem que tenhamos de percorrer sete vezes a área em construção assim como Josué ante as muralhas de Jericó.
Hoje a Marina só tinha um trabalhador no local, o Securita à porta da entrada. Os trabalhadores da Tecnovia estavam no merecido almoço de Natal e seguem para férias até o novo ano. Será que a APRAM quer prolongar a “venda” nos olhos dos madeirenses?
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