Paulo Azevedo, considerado por muitos como um modelo de superação e persistência, é o orador de uma palestra a realizar-se no próximo sábado, dia 2 de Novembro, às 16h00, no Centro Cultural John dos Passos. A iniciativa, de entrada gratuita, insere-se no projecto “Um dia pela Vida” da Liga Portuguesa Contra o Cancro, num evento organizado pela equipa de ação local, a Fundação João Pereira.
Conhecer Paulo Azevedo é uma experiência enriquecedora e motivante. O seu percurso de vida, as dificuldades enfrentadas, provam que o difícil não é impossível. O actor e palestrante traz à Ponta do Sol “A palavra é Superação!” numa conversa que promete guiar o público numa reflexão sobre como enfrentar as adversidades da vida.
Paulo Azevedo nasceu em Coimbra, a 29 de Outubro de 1981, sem mãos e sem pernas. Apesar da diferença em relação aos outros rapazes, nunca desistiu de ter uma vida normal e de concretizar os seus projectos de vida. Iniciou-se no Teatro em 1990, em Pombal, estudou Jornalismo na Universidade de Coimbra e tirou o Curso de Treinador de Futebol de Nível II, tendo estagiado no Real Madrid. Frequentou ainda o Curso de Representação em Televisão e Cinema, sob a orientação do actor e argumentista Tozé Martinho, na Universidade Lusíada de Lisboa.
Ao longo dos anos, Paulo Azevedo foi protagonista de reportagens televisivas premiadas, como “O Melhor Jogador do Mundo”, da Sport TV, e “Uma Vida Normal”, da SIC, que haveria de dar origem ao livro autobiográfico com o mesmo nome, em 2008. Foi o primeiro actor com deficiência/ incapacidade na ficção televisiva portuguesa quando participou na novela “Podia Acabar o Mundo”, da SIC, tendo sido eleito Actor Revelação. Além da participação em algumas telenovelas de diferentes canais, protagonizou curtas-metragens exibidas em cinema e apresentou o programa “Consigo”, da RTP 2.
‘Um Dia Pela Vida’ nasceu, em Portugal, em 2005, no âmbito de um programa internacional da American Cancer Society, e permitiu recolher, ao longo destas duas décadas, 5 milhões de euros para apoio social das comunidades, envolvendo 400 mil pessoas, entre voluntários, doentes e famílias. Este ano, sob o mote “Sol pela Vida” este projecto acontece no Município da Ponta do Sol.
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