A vereadora da Câmara Municipal do Funchal, Helena Leal, participou, ontem, em Ponta Delgada, São Miguel, Açores, na conferência “Pensar Para Agir. As Problemáticas Sociais Resultantes dos Novos Consumos”, que assinalou o Dia Internacional para a Erradicação da Problema (17 de Outubro).
Esta data pretende, por um lado, alertar para a necessidade de erradicação da pobreza e, por outro, concretizar os objectivos de “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, procurando igualmente mobilizara os decisores políticos e a sociedade civil para a implementação de medidas que corrijam ou diminuam as causas e as consequências da pobreza, refere nota da CMF.
Helena Leal explicou quais as políticas sociais do Município do Funchal e a intervenção feita no âmbito da estratégia municipal para pessoas em situação de sem-abrigo.
No caso das políticas sociais, Helena Leal fez referência ao aumento significativo que o Município do Funchal tem vindo a fazer no reforço dos apoios sociais (duplicados) dados as famílias, criando, deste modo, mais equilíbrio, com uma almofada financeira, que, na sua opinião, constitui um factor de protecção, mitigando o stress gerado pelo aumento do custo de vida.
Já no que se refere à estratégia municipal para as pessoas sem-abrigo, a autarca realçou que tem sido uma das grandes preocupações e áreas de investimento do actual executivo da CMF.
Em Dezembro, será apresentado o novo plano para PSSA (2024-2028), com 5 eixos de intervenção e mais de 60 medidas a aplicar, onde se inclui a actual estratégia municipal.
Helena Leal falou ainda do projecto da “habitação solidária” que integra o plano estratégico do município e que teve início fim de 2022, com uma habitação para qautro homens (PSSA) existindo já uma segunda habitação concebida para 4 mulheres.
«Este é um projecto que vai muito mais além do que o simples facto de se disponibilizar um tecto ou uma casa. Pretende ser e proporcionar um novo projecto de vida para pessoas em situação de sem-abrigo, com o grande objectivo colaborar ativamente para que estas pessoas possam ter um lar e uma oportunidade para voltarem a se reencontrar e a encontrar um caminho nas suas vidas” refere a vereadora com o pelouro da saúde e social», concluiu.
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