
Com Rui Marote
O actual responsável pela gestão da Marina do Funchal, nomeadamente o Clube Naval do Funchal, ganhou o concurso lançado pela APRAM para a exploração da marina, numa concessão por 15 anos e com uma renda anual não inferior a 535 mil euros, acrescida de IVA. Isto mesmo foi confirmado ao Funchal Notícias por António Fontes, presidente do Clube Naval do Funchal.
Não se percebe como é que a APRAM ainda não divulgou os resultados deste concurso, tendo o próprio António Fontes confessado ao Funchal Notícias ter tido, alegadamente, algumas dificuldades em consultar os resultados do mesmo.
O contrato da concessão da Marina do Funchal terminava a 15 de Junho.
“O caderno de encargos determina que a empresa que ficar com a concessão terá de realizar trabalhos de requalificação da zona náutica, num prazo de um ano após a data do contrato”, referia em Agosto a APRAM, acrescentando que a intervenção compreende a instalação de postos de carregamento eléctricos para embarcações e a substituição do atual sistema de passadiços, bem como o reforço das estacas de fixação do sistema de infraestruturas flutuantes. Além destes investimentos, a concessionária terá de instalar e manter uma rede ‘wifi’ que abranja todas as áreas concessionadas e assegurar serviços de vigilância humana e videovigilância (CCTV) durante 24 horas, todos os dias da semana.
A Marina do Funchal tem cerca de 200 lugares para embarcações náuticas de recreio, e o Cais de Recreio do Porto do Funchal inclui capacidade para 30 lugares destinados às actividades marítimo-turísticas.
De acordo com declarações recentes de Paula Cabaço à RTP-Madeira, há actualmente um contrato em vigor até Junho de 2025 com a associação Marina Funchal, encabeçada pelo CNF.
Aquando da celebração do contrato, o CNF terá de avançar com meio milhão de euros, em forma de adiantamento.
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