Plantas dos canteiros dos Portos sofrem com o efeito da “seca”

Rui Marote
Chegou ao conhecimento do Funchal Notícias que os canteiros do Porto do Funchal, que são o cartão de visita  dos que chegam por via marítima à ilha da Madeira, terra das flores, morrem à sede (ver fotos), na rotunda Bernard Harvey Foster, à entrada da Pontinha, em zona propriedade da APRAM, e nos jardins da Praça do Povo e Cais 8.
As plantinhas visivelmente imploram  aos responsáveis dos portos: “Dêem-me de beber”! São seres vivos e necessitam de água, como todos os outros…
Entrámos em contacto com o gabinete de informação dos Portos, a pedir uma explicação para o que estava acontecer. Fomos informados de que desconheciam e que iam inteirar-se da questão. Recordámos que o contrato com a firma de jardinagem tinha expirado a 31 de Julho.
Passadas umas horas fomos informados de ter de facto cessado o contrato, e de que já tinha havido novo concurso e que as plantas, entretanto, já estavam a ser regadas.
Esta manhã 7h30, o FN deslocou-se à Pontinha e rotunda, para confirmar como São Tomé, o impacto da situação. Sem palavras… Já no interior e quando fotografávamos, um trabalhador dos portos exclamava:- A firma que cuidava cessou serviços a 31 de Julho. Ontem à tarde foram os trabalhadores da APRAM que saciaram a sede a estas plantas já mortas.
A nova firma que irá cuidar  dos jardins ainda não apareceu, citou. Quando não se toma conta  do “cartão de visita” tão simples como as plantas, começamos a interrogar-nos sobre a eficácia e segurança de tudo, inclusive dos próprios serviços de atracação dos navios…

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