Rui Marote
Temos acompanhado todos os passos das obras da Marina. Chegou a altura de divulgarmos o “mistério” do impasse da transferência dos combustíveis instalado junto ao cais da cidade, que competia à APRAM divulgar, mas que nunca veio para a praça publica. Desde a primeira hora sabíamos do “colete de forças “que a administração de portos teve de suportar.
Recordamos os leitores que em antigos escritos levantámos a ponta do véu. Mas não queremos crucificar ninguém. Porém, chegou altura de colocar em pratos limpos uma história em que a corda rebentou para o lado do dono da obra.
A actual empresa que reabastece os portos comprometeu-se a efectuar os trabalhos da transferência, ou melhor, construir uma nova central do lado oposto.
Não fazia parte dos cadernos de encargo essa nova construção, uma vez que havia um acordo entre a gasolineira e os portos.
As obras da marina avançaram e quando chegou a altura de implantar o novo posto de reabastecimento, a gasolineira “roeu a corda” desligando-se do acordo. A “criança” ficou nos braços da APRAM, que acarreta as despesas dessa nova construção.
Recordamos que em Dezembro último os trabalhadores da Tecnovia colocaram o caixão de betão no subsolo, pronta a receber o reservatório, assim como as valas do pontão prontas a receber a respectiva canalização. Passados seis meses e só agora os trabalhos andam, comprometendo o atraso a juntar a outras sub-empreitadas e à chegada dos materiais aguardados que as fábricas no continente não garantem.
Outro imbróglio é o concurso da restauração, lojas e escritórios que está em “águas de bacalhau” mas isso é outra novela de que outro dia falaremos. Hoje publicamos uma serie de fotos do acima referido.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.












