Presidente da ALRAM apela à votação nestas eleições europeias

O presidente do parlamento madeirense veio hoje apelar à participação dos cidadãos nestas eleições europeias, considerando que “perante a guerra na Ucrânia” os valores da “liberdade e da democracia” estão ameaçados. Daí que entenda que “estas são as eleições mais importantes para a União Europeia”.

“Hoje é dia de ter mais Europa e de reforçar as instituições europeias, para que possamos reforçar os nossos Estados de Direito democrático, que estão ameaçados por várias forças extremistas e pela guerra”, sentenciou.

O presidente da ALRAM frisou, ainda, que “é bom nunca esquecer que a Madeira deve uma grande parte do seu desenvolvimento económico e social, das últimas décadas, à integração na União Europeia e aos fundos europeus”, por isso, disse, “temos o dever de gratidão de votar para o Parlamento Europeu”.

José Manuel Rodrigues entende que esta é, também, uma oportunidade para travar a luta por um Estatuto das Ultraperiferias “que salvaguarde as nossas realidades, os nossos constrangimentos de região insular e de ultraperiférica. Quanto mais madeirenses forem votar nestas eleições mais força terão os nossos deputados e mais força terá o Governo Regional e o Estado português para lutar por esse Estatuto da Ultraperiferia, que melhore a qualidade de vida dos madeirenses e dos porto-santenses”, frisou.

No arquipélago da Madeira, cerca de 252.000 eleitores estão em condições de votar nos 17 partidos e coligações que concorrem às eleições europeias. Pela primeira vez, o eleitor pode votar em qualquer mesa do país, bastando, apenas, apresentar o documento de identificação oficial com fotografia atualizada.

“É bom, porque permite e mobilidade das pessoas e permite um acesso mais rápido à votação. Agora, quando o sistema informático falha, como aconteceu em algumas mesas eleitorais, é um impedimento a que as pessoas possam votar, porque demora muito mais a exercer o direito de voto. Espero que esta primeira experiência passe a ser uma boa realidade”, concluiu José Manuel Rodrigues, que considera, no entanto, que o sistema pode ajudar a fazer baixar a abstenção.


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