O PAN Madeira, através da candidatura “Força da Natureza”, encabeçada por Mónica Freitas, foi à freguesia de Santo António, no Funchal, ouvir a população, e comprometeu-se com a “transição energética” da RAM.
Para o PAN, “falar de transição energética é falar de qualidade de vida, é falar de poupanças financeiras para o agregado familiar e é, acima de tudo, lutar pela conservação do planeta onde as alterações climáticas são já inegáveis (…)”.
“Garantir uma transição energética justa, verde e que não deixe ninguém para trás é uma responsabilidade de todos nós, mas é algo que nunca poderá ser feito de forma individual. É urgente que o futuro governo traga estas questões de modo central para o cimo da mesa, garantindo uma abertura para o investimento académico e directo nas energias renováveis, mas também no reaproveitamento e melhoramento energético, diz uma nota.
“Defendemos a antecipação da neutralidade carbónica, quer com medidas de mitigação que devem ser cada vez mais crescentes, mas também com formas de poupança e de alternativas energéticas que são cada vez mais urgentes”, refere a candidata do PAN Madeira, Mónica Freitas
O PAN afirma defender “abordagens diferenciadas para o sector da administração local, garantindo que toda a edificação pública, desde escolas a piscinas e edifícios do governo e autarquias sejam apetrechados com painéis-solares, aumentando a sua independência energética do exterior”.
Por outro lado, propõe ainda a criação de uma plataforma de arrendamento de telhados e superfícies aptas para produção eléctrica destinada aos consumidores impossibilitados de investir financeiramente em painéis-solares.
Finalmente e entre várias outras medidas, defende também o desenvolvimento de uma linha de financiamento directa e desburocratizada de transição para o veículo elétrico com comparticipação própria e do fundo ambiental.
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