A candidatura do Bloco de Esquerda Madeira esteve hoje junto ao Hospital Central do Funchal, onde abordou a questão da saúde.
Diz o BE que o serviço público de saúde foi uma das maiores conquistas do povo português no pós 25 de Abril e “foi uma evolução tremenda quer no acesso a cuidados e tratamentos quer na prevenção”.
“Temos dos melhores serviços públicos de saúde da Europa, profissionais dedicados que procuram garantir uma resposta a quem recorre aos serviços e ninguém é parado à entrada ou fica sem assistência por insuficiência económica.
Ao contrário dos modelos liberais que têm apenas por base o utilizador-pagador e que fazem da saúde um negócio, o Bloco defende intransigentemente o serviço público de saúde, universal e gratuito, de qualidade e que garanta acesso a cuidados e tratamentos a todas, todos e todes os que dele necessitam. E é para o serviço público de saúde, que atende todas as pessoas, que devem ser canalizados os recursos do Estado”, entendem os bloquistas.
Ao contrário dos modelos liberais que têm apenas por base o utilizador-pagador e que fazem da saúde um negócio, o Bloco defende intransigentemente o serviço público de saúde, universal e gratuito, de qualidade e que garanta acesso a cuidados e tratamentos a todas, todos e todes os que dele necessitam. E é para o serviço público de saúde, que atende todas as pessoas, que devem ser canalizados os recursos do Estado”, entendem os bloquistas.
Ora, por outro lado, com a degradação dos serviços a que se assiste, a falta de medicamentos, nomeadamente para o tratamento do cancro (“como tivemos aqui hoje relatos desesperados de pessoas a quem simplesmente disseram “não há solução”, refere o partido), o acesso à saúde enfrenta dificuldades que foram agravadas pelo sucessivo subfinanciamento dos orçamentos da saúde e pela falta de profissionais, a que não é alheia a falta de transparência e promiscuidade entre sectores público e privado.
“A crescente contratualização com privados provou não ser a solução: a Região é disso exemplo, paga mais por serviços que não chegam nem a tempo nem para todos. E mais de cem mil actos médicos por cumprir são, certamente, a marca da governação do PSD-M”, culpa o Bloco.
Daí que o mesmo entenda necessário e fundamental reforçar os meios do serviço público de saúde, tanto nos cuidados hospitalares como nos cuidados primários.
Para tal, o Bloco propõe:
– Incentivo à exclusividade no sector público e reforço dos recursos humanos (profissionais de saúde, técnicos e assistentes operacionais);
– Implementação dos tempos máximos de resposta;
– Implementação da especialidade de medicina dentária nos centros de saúde;
– Investimento na implementação do Plano Regional de Saúde Mental;
– Investimento em novos projectos de prevenção das dependências, rede de equipa de rua para apoio a pessoas com adições e criação de comunidades terapêuticas.
– descentralização de cuidados de saúde como pediatria, ginecologia/obstetrícia, oftalmologia, dermatologia, entre outros, situando-os mais próximos das populações.
– Incentivo à exclusividade no sector público e reforço dos recursos humanos (profissionais de saúde, técnicos e assistentes operacionais);
– Implementação dos tempos máximos de resposta;
– Implementação da especialidade de medicina dentária nos centros de saúde;
– Investimento na implementação do Plano Regional de Saúde Mental;
– Investimento em novos projectos de prevenção das dependências, rede de equipa de rua para apoio a pessoas com adições e criação de comunidades terapêuticas.
– descentralização de cuidados de saúde como pediatria, ginecologia/obstetrícia, oftalmologia, dermatologia, entre outros, situando-os mais próximos das populações.
Nada pode justificar o subfinanciamento da saúde, a não ser a vontade de alimentar o negócio privado da saúde. O Bloco não aceita este caminho, que abandona à sua sorte quem não tem capacidade para pagar consultas e exames no sector privado, conclui um comunicado.
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