JPP quer garantir uma vida mais digna aos cidadãos seniores

O JPP quer medidas que permitam uma vida mais digna aos idosos. “No âmbito das linhas estabelecidas no programa eleitoral doi à Assembleia da República, e no que às questões sociais diz respeito, teremos na Terceira Idade uma das nossas prioridades”, assegura o partido, que pretende “uma eficaz rede de programas de apoio em área como a saúde e a habitação”.

O JPP acha que em Portugal a questão da terceira idade “vai muito além do necessário aumento das pensões de reforma, que em muitos casos deixam os idosos, que trabalharam uma vida inteira, a viver no limiar da sobrevivência e num estado de pobreza real e inaceitável para um país integrante de uma União Europeia, que continua com fossos tremendos ao nível de rendimentos e pensões, criando uma Europa social a duas velocidades completamente díspares”

“Temos na maioria dos países europeus reformados com poder de compra para adquirir propriedades em Portugal, e temos os nossos reformados a viverem em casas sem condições, entregues a si próprios. Muitas vezes têm de escolher entre comer ou comprar os medicamentos de que necessitam. Vivem nas listas de espera para a assistência social, nas listas de espera para cirurgias e outras intervenções médicas, são vítimas das altas problemáticas dos hospitais por falta de capacidade das famílias para os terem em casa. Ou seja, a uma vida de trabalho, segue-se uma vida de padecimentos vários sem que o Estado garanta a dignidade e o apoio social de que merecem e para o qual descontaram toda uma vida. No domínio da terceira idade, Portugal não tem nada do que se orgulhar, na medida em que quase tudo está por fazer”, aponta o “Juntos pelo Povo”.

O partido defende não apenas o aumento das pensões de reforma, mas também um programa de apoio à terceira idade em áreas como a saúde e a habitação.

“Além disso, defendemos o aumento dos lares e instituições similares que sirvam de apoio às famílias, além de um programa de ajudas técnicas para idosos com mobilidade reduzida”, esclarece o JPP.


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