
Miguel Albuquerque diz que voltou agora à agenda política, visitando empresas e fazendo aparições públicas, após um período em que não o fez, porque “foi uma questão de serenar os ânimos e voltarmos novamente ao statu quo de antes”, a “gestão habitual da res publica“.
“A Madeira não vai parar, nem vai deixar de ser governada, nem o investimento vai parar, porque isso seria fatal para a Região (…)”. Aproveitou para enaltecer a “dinâmica” muito positiva “na confiança instalada”, na criação de emprego, etc.
A sua principal preocupação é apoiar os empresários e investidores que, como já referiu imensas vezes, são, na sua perspectiva, os criadores de riqueza, referiu, falando aos jornalistas à margem de uma visita a uma empresa na Ribeira Brava.
Dizendo que também já vai participar em actividades partidárias, Albuquerque comentou possíveis novas candidaturas à liderança dentro do partido referindo não ter problemas com quem quiser chegar-se à frente: “As eleições estão abertas, podem constituir as listas, e entregá-las até quinta-feira”.
“Não arranjem desculpas. Quem quiser concorrer concorre, quem quiser protestar, protesta”, disse. Mas devem fazê-lo agora, porque depois terá de prevalecer a disciplina partidária.
Quanto a uma possível candidatura de Manuel António, que tem sido falada, disse não ter qualquer problema com a mesma. “Não pode é haver reservas mentais. O processo está aberto. Eu dou a cara”, desafiou, dizendo que quem o quiser fazer e apresentar outras propostas, deve fazê-lo agora. Não elaborou sobre a também falada possibilidade de o PSD “sacudir” o CDS nesta fase.
Por outro lado, voltou a dizer que pediu para ser ouvido no âmbito da investigação judicial do megaprocesso em curso.
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