O Grupo Parlamentar do CDS visitou na manhã de hoje a obra do Novo Hospital Central e Universitário da Madeira, com o fito de o considerar “a obra mais emblemática e mais importante do século, não só na Região, mas também no país em termos de construção”.
Lopes da Fonseca disse que a segunda fase da mesma deve terminar no final deste trimestre ou no princípio do próximo e envolve 75 milhões de euros mais IVA.
Porém, o líder parlamentar centrista aproveitou para denunciar que “estas obras só não pararam porque é o Governo Regional, através do Orçamento Regional e dos impostos dos madeirenses e porto-santenses, que está a assumir e a cumprir com o compromisso que é da responsabilidade do Governo da República”,
Lopes da Fonseca recorda que “o Governo da República deve assumir 50% de todas as fases e, desde Maio de 2023, tem uma dívida de 149 faturas de 10,2 milhões de euros que ainda não pagou e que o Governo Regional teve de assumir para que esta obra não parasse”.
“Neste momento, o Governo Regional está com esse problema e está a assumir integralmente todo o custo desta segunda fase, desde Maio do ano passado até agora”, insistiu.
Para o deputado centrista isto é lamentável e, tendo em conta que temos eleições a 10 de março, “só esperamos que o Governo da República, que ainda está em funções, assuma rapidamente esta dívida para com a Região”.
Lopes da Fonseca aproveitou a oportunidade para fazer um apelo aos deputados do partido socialista para que o seu Governo, que é da mesma cor política, assuma esta dívida dos 10,2 milhões de euros relativa à obra do Novo Hospital com a maior celeridade. Pois, e no seu entender, “se o Governo Regional não tivesse dinheiro para assumir essa parte como seria? A obra parava?”, questionou.
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