PS diz que é preciso acabar com “receio de mudança”

O socialista Sérgio Gonçalves elegeu, hoje, a resolução dos problemas habitacionais na RAM como “uma das grandes prioridades do futuro Governo Regional por si liderado”, refere uma nota do PS, garantindo que “a prioridade do betão será a habitação”.

No bairro da Nazaré, em São Martinho, o cabeça de lista do PS ouviu hoje de manhã as preocupações das pessoas, entre as quais figuram as carências habitacionais e a dificuldade de acesso ao mercado imobiliário. Apontou o exemplo de uma mãe que lhe transmitiu que o seu filho, de 30 anos, não consegue sair da casa dos pais, precisamente porque, mesmo trabalhando, não pode comprar ou arrendar casa.

“Nós precisamos de dar prioridade à habitação e é por isso que, com um futuro Governo Regional liderado pelo PS, a prioridade do betão será sempre a habitação, e nunca aumentar a Pontinha ou qualquer outra obra desnecessária”, afirmou, pela enésima vez.

Sérgio Gonçalves afirma que o PS tem soluções efectivas para este setor, celebrando contratos-programa com todas as autarquias e “promovendo habitação cooperativa, cedendo terrenos do Governo Regional para que se possa disponibilizar habitações a custos controlados”.

O candidato socialista à presidência do Governo Regional pretende igualmente valorizar os rendimentos dos madeirenses, reduzindo o IRS, assim como baixar o IVA para que seja possível reduzir o preço dos bens e serviços, repetiu.

Denunciou, por outro lado, o “clima de medo que é incutido pelo PSD e pelo Governo, que não se poupam às mesmas artimanhas e aos mesmos truques de sempre”, com o intuito de ganhar votos“.

Temos de acabar com esse receio que existe de mudança!”, exclamou Sérgio Gonçalves, dando o exemplo da denúncia feita ontem pelos bombeiros da Ribeira Brava de que tinham sido alvo de uma “tentativa de suborno por parte do Governo Regional” para participarem numa acção promovida pelo Executivo.

Da mesma forma, apontou o facto de o Governo anunciar o pagamento do subsídio Covid aos profissionais de saúde na sexta-feira, o último dia de campanha.

“Não há coincidências”, declarou, mostrando-se convicto de que os madeirenses já não se deixam enganar e não têm medo de mudar e de votar diferente.

 


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