Rui Marote
A proliferação de mosquitos no Funchal nesta estação estival tem sido uma realidade inegável. Eles estão por todo o lado, e picam os incautos sem dó nem piedade. Ora, o estado de coisas no Funchal também não ajuda. As imagens são esclarecedoras; há águas paralisadas entre as pontes metálicas na zona da D. Carlos I e Ponte do Cidrão.
É um autêntico quartel-general da “mosquitada” no centro do Funchal, um verdadeiro viveiro do aedes aegypti.
As brigadas de combate a estas pestes percorrem as sarjetas e lançam armadilhas, quando a reprodução dos mesmos está debaixo dos olhos dos vigilantes.
A limpeza das ribeiras de Santa luzia e João Gomes exige muito esforço e é “muita areia para um só camião”. Com este andamento, não só a reprodução do mosquito como as possíveis consequências da obstrução das ribeiras perante uma enxurrada não prometem nada de bom…
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