Prémio Emanuel Rodrigues atribuído a Paulo Miguel Rodrigues

 

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Foi atribuído a Paulo Miguel Fagundes de Freitas Rodrigues, o Prémio Emanuel Rodrigues, da Assembleia Legislativa da Madeira, na sua 3.ª edição, decorrida no ano em curso.

O distinguido é Doutor em História Contemporânea, Professor Universitário e Investigador, e entre outras atividades, é autor de artigos e também de livros no âmbito da História Política e Institucional, com particular incidência sobre a realidade madeirense dos séculos XIX e XX, alguns dos quais premiados.

O Prémio, recorde-se, “distingue cidadãos que a título individual ou coletivo realizem trabalhos que valorizem e relevem a importância da Autonomia e da identidade regional e toma por base as propostas apresentadas por entidades, regulamentarmente determinadas, que englobam o Governo Regional, a Universidade da Madeira, a Associação de Municípios da Região Autónoma da Madeira, a Associação de Promoção da Madeira, a Delegação Regional da Madeira da Sociedade Portuguesa de Autores e a Direção Regional da Madeira do Sindicato dos Jornalistas”.

“A seleção coube a um júri, constituído, na edição deste ano, por Pedro Telhado Pereira, Maria Madalena Caetano Sacramento Nunes e Jorge Moreira de Sousa. Para a escolha do premiado, o júri destacou os trabalhos, resultantes da investigação realizada sobre a importância da Autonomia e da identidade regional, que constituem o objetivo da distinção, concretizada em artigos e livros de ampla divulgação, considerando, ainda, que a “madeirensidade” é um conceito que passou a ser parte do léxico não só regional e nacional, mas também internacional.”

Reconhecimento

“Este prémio é o reconhecimento do meu currículo. Vou colocá-lo logo atrás do doutoramento e creio que isto basta para que se perceba a importância que atribuo a este momento e quanto honrado me sinto por receber o Prémio Emanuel Rodrigues”, referiu Paulo Miguel Rodrigues.

O professor e investigador salientou que o prémio representa, também, uma homenagem ao primeiro Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, “uma das principais figuras da Autonomia madeirense do pós-25 de Abril”. “Emanuel Rodrigues deve ser para as novas gerações um exemplo constante de resiliência, de tenacidade, de inteligência, de convicção, de perspicácia, de capacidade política e até de sacrifício. Foi nos anos de luta e conquista da Autonomia um dos mais relevantes expoentes”, destacou.

“Disponível para a luta por mais Autonomia”

Paulo Rodrigues manifestou a disponibilidade, assim como a Universidade da Madeira, “para todos os combates que forem necessários em prol do desenvolvimento da Madeira e da sua Autonomia”. Para o investigador, a defesa da Autonomia “deve ser feita por todos, independentemente dos partidos e todos os dias. Se é certo que a Autonomia política da Madeira ainda tem um longo caminho para percorrer, para alcançar a sua afirmação plena, não é menos verdade que devemos estar sempre atentos para lidar com os que se irão opor à afirmação e desenvolvimento da Autonomia”.


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