
Quem ontem assistiu, na Feira do Livro do Funchal, à apresentação do livro de Carlos Nogueira Fino “Três Estações e um Solstício” deparou-se, na parte final da conversa moderada por Carlos Diogo Pereira, a uma troca de palavras entre Carlos Fino (no palco) e o Pe. Simões (na plateia).
O Estepilha, curioso que é, não deixou de presenciar a esta troca de argumentos à moda antiga, a fazer lembrar as tertúlias de intelectuais.
Mas o que é que estava em causa? Em duas penadas, o seguinte: A uma pergunta do moderador sobre poetas madeirenses, Carlos Fino lembrou nomes como Irene Lucília, José António Gonçalves, Maria Aurora ou, mais à frente, Herberto Hélder.
Para o Pe. Simões, Carlos Fino havia cometido o pecado de deixar de fora o cardeal José Tolentino Mendonça.
Carlos Fino ainda explicou que os nomes que mencionou surgiram num contexto de feiras do livro das décadas de 80 e 90 mas o Pe. Simões insistiu e a discussão só acabou com um convite de Carlos Fino para uma conversa sem ser em público.
O Estepilha tinha saudades desta adrenalina!
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