PTP saudou os trabalhadores e criticou o orçamento de Estado

foto Rui Marote (arquivo)

O PTP emitiu uma nota na qual saudou, a propósito do 1º de Maio, todos os trabalhadores(a)s e todas as entidades públicas e privadas que têm ao longo dos anos lutado por melhores condições e justiça laboral. Logo de seguida, comentou que o Primeiro-Ministro António Costa veio mostrar-se preocupado em assegurar melhores condições para a classe trabalhadora, quando na legislatura anterior tinha toda a capacidade para executar tal mudança, certamente com o apoio dos parceiros da Geringonça.

“Desconfiamos com alguma certeza, que agora com maioria absoluta não se concretizará. Um orçamento claramente virado à direita, os trabalhadores vão continuar a financiar um sistema capitalista selvagem onde a banca, os grandes grupos económicos e os seus negócios ruinosos são quem mais ordena”, é como os trabalhistas classificam as novas intenções orçamentais.

“Na Região Autónoma da Madeira continua a ladainha carpideira que todos os causadores dos problemas que assolam a região são externos, ora Lisboa ora a União Europeia, mas depois vão prostrados de mão estendida ao financiamento, de preferência a fundo perdido”, critica o presidente do PTP, Quintino Costa.

E questiona: “Estará a Quinta Vigia deserta e desocupada? Quase meio século de autonomia rendida aos interesses do compadrio e negligência, ficando sobre os ombros da população trabalhadora
o peso dessa má gestão, sem melhores dias à vista”.

“Estamos solidários com os trabalhadores e famílias das zonas em conflito militar, mais recentemente para com a Ucrânia, muitos homens e mulheres perderam o seu direito ao trabalho, capacidade de alimentar e proteger as suas famílias devido ao conflito instalado pela invasão militar russa. Viva ao Povo, viva ao Trabalhador. O Povo é quem trabalha, criando um mundo novo à
força e habilidade de mão, intelecto e suor”, referem os trabalhistas.


Descubra mais sobre Funchal Notícias

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.