Albuquerque afirmou que hoje na RAM não existem classes sociais

O presidente do Governo Regional sentiu-se à vontade para afirmar, este sábado, que “hoje não existem classes sociais nem diferenças entre o campo e a cidade, com os madeirenses a viverem numa sociedade moderna, cosmopolita, onde todos os jovens têm acesso à educação e onde as pessoas têm oportunidades de realização”. Foi no VIII Congresso Regional dos TSD-Madeira, onde Miguel Albuquerque disse que o PSD tem conseguido concretizar, ao longo de 46 anos, “reformas fundamentais de bem-estar colectivo, de infraestruturas, de acesso à saúde e educação e de melhoria da qualidade de vida das populações”.

Para o líder do executivo madeirense, na RAM vive-se numa sociedade moderna, cosmopolita, onde todos os jovens têm acesso à educação e onde as pessoas têm oportunidades de realização.

“Somos um Partido de causas, de valores, um Partido de Trabalhadores, que tem uma identidade muito forte e centrada no reformismo Social-democrata e no valor do trabalho, enquanto valor prevalente da realização pessoal e profissional dos cidadãos, um Partido que realiza, no dia-a-dia e através da concretização de políticas concretas, a integração dos trabalhadores e a mobilidade social, no quadro da sociedade em que vivemos”, disse, anunciando que espera que o PSD vença as eleições de 2023 e 2025.

“Hoje, continuamos a ser um Partido hegemónico na Região e temos de continuar a evitar os populismos e os radicalismos à esquerda e à direita, sendo certo que a melhor forma de combater o populismo é garantir que o Governo Social-democrata, em interação com todas as estruturas do Partido, continue a trabalhar em harmonia e em estreita ligação”, referiu, recordando o quadro de bipolarização política existente na Madeira “que, de um lado, coloca aqueles que, ao fim de 46 anos, continuam a garantir o desenvolvimento e o progresso da Região e, do outro, a esquerda centralista, preconceituosa, subserviente a lisboa, que nunca perdeu os complexos relativamente ao período em que a Madeira era uma colónia”, reza um comunicado.