O presidente do PS, Carlos César, apelou, hoje, a que, no dia 30 deste mês, as pessoas votem com inteligência em quem pode apoiar as Regiões Autónomas. “Neste momento, no nosso país, votar a favor da Madeira é votar no PS”, assegurou Carlos César esta noite, num encontro com militantes e simpatizantes no Porto Santo.
Segundo o dirigente, no PS os deputados não são punidos por defenderem a sua terra. Pelo contrário, disse que os mesmos “têm obrigação de o fazer”. Aproveitou também para elogiar a lista candidata às eleições de 30 de Janeiro, considerando que Carlos Pereira foi um dos melhores deputados na Assembleia da República nos últimos anos.
Por outro lado, o responsável destacou o pendor autonomista do PS, afirmando que prefere “mil vezes o mais centralista dos ministros de António Costa do que qualquer ministro dos governos de Cavaco Silva e Passos Coelho, que martirizaram as Regiões Autónomas”. Aliás, frisou que o Governo de António Costa tem sido solidário com a Madeira e que, quer nos casos de catástrofes, quer em investimentos estruturantes, “tem dito presente, enquanto outros nem diziam ausente”.
Carlos César manifestou o seu agrado por ter vindo à Madeira e ao Porto Santo, numa clara diferença entre o PS e os seus principais adversários. Apontou que o líder do PSD faltou a um debate nas rádios porque disse que tinha de estar em todo o território nacional. “Para ele, o território nacional é de norte a sul do continente. Não contam os Açores nem conta a Madeira”.
O presidente do PS enumerou ainda aquilo que classifica como conquistas socialistas, nomeadamente “a retirada de 700 mil pessoas da situação de pobreza e exclusão social e o aumento do salário mínimo, dos abonos de família, das pensões, do subsídio de desemprego e outras prestações sociais”, reza um comunicado.
“Agora é tempo de dar o salto adiante, é tempo de melhorar os salários médios, os salários dos quadros técnicos e dos funcionários da administração pública”, prometeu.
Já o cabeça de lista pela Madeira alertou para a importância de evitar um regresso ao passado, recordando os maus tempos dos Governos de Passos Coelho e Paulo Portas, que cortaram nos salários, congelaram as pensões e proibiram que houvesse redução de impostos.
Carlos Pereira advertiu que Rui Rio representa esse regresso ao passado e que é preciso impedir que chegue ao Governo. Isto, para além do perigo de uma aliança com o Chega. “Não podemos permitir que isso aconteça!”, avisou.
Já Sofia Dias, candidata e presidente da concelhia socialista do Porto Santo, apelou a uma maioria do PS no dia 30 de janeiro. “Só com um Governo do PS liderado por António Costa será possível garantir estabilidade para Portugal (…)”, declarou.
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