“Direitos e Livros”, assim se intitula a iniciativa que “substitui” este ano a habitual Feira

A CMF dá conta da iniciativa cultural intitulada “Direitos e Livros” e que este ano substitui, por assim dizer, a Feira do Livro do Funchal. De acordo com o presidente da Câmara, Miguel Gouveia, o evento que decorre entre os dias 13 e 20 decorrerá em dois pavilhões distintos, com cuidados redobrados. O horário é das 10 às 19 h e contará com 18 livreiros no total, entre os quais a FNAC, Livraria Esperança, Papelaria do Colégio, Leya, Joias da Cultura, Julber e Crerital, entre outros.

“Durante o certame, irão decorrer ainda várias apresentações e lançamentos de livros, sendo que seis deles foram editados ou apoiados pela Câmara Municipal do Funchal, num investimento que ascendeu a 23 mil euros, o que constitui um contributo claro para o fomento da criação literária no nosso concelho, preservando, enriquecendo e divulgando o património bibliográfico regional, também através da publicação de obras que ajudem a diversificar a nossa oferta cultural”, reforçou Miguel Silva Gouveia.

A programação do “Direitos e Livros” inclui o lançamento da obra “Colecção Baltazar Dias: Eugénia Rego Pereira”, com a coordenação de Luisa Paolinelli, Cristina Trindade, Claudia Neves e Carlos Barradas, assim como o lançamento do livro “Tchiloli Unlimited”, com a participação de José Eduardo Agualusa, René Tavares, Ana Nolasco e Ângelo Torres. Destacam-se, ainda, o lançamento de duas revistas que resultam de uma colaboração entre a Universidade da Madeira e a Câmara Municipal do Funchal: a “Pensar Diverso”, com a coordenação de Celina Martins, e a “Translocal”, com a coordenação de Ana Salgueiro.

O edil sublinha que “no ano particularmente difícil que estamos a viver, devemos aproveitar todas as oportunidades para ajudar a economia local, garantindo todas as regras de segurança e a disciplina de quem participa, porque os comerciantes do Funchal têm feito um enorme esforço ao longo dos últimos meses para manter as portas abertas, cumprindo com todas as exigências de segurança, e não podem ser esquecidos neste momento. É, por isso, dever da edilidade fazer tudo o que estiver ao seu alcance no sentido de manter uma programação cultural na rua, que apoie as vendas em tempo de crise.”