“Chega” foi ao Porto Santo identificar problemas que exigem resolução

Da esq. para a dir.: Filipe Vieira vice- presidente, Martinho Jesus vice-presidente, Pedro Brito militante e Fernando Gonçalves presidente do CHEGA-Madeira

A direcção do Chega-Madeira esteve a  22 de Agosto no Porto Santo para promover, junto dos militantes e simpatizantes locais, “contactos de proximidade com a realidade do território e testemunhar os reais temas do quotidiano dos porto-santenses”. Nesta ocasião, o CHEGA procurou, declaradamente, inteirar-se das dificuldades e adversidades da dupla insularidade das gentes do Porto Santo. Reunidos com militantes e simpatizantes do CHEGA Porto Santo, fez-se ouvir junto destes assim como de diversos elementos da população. Nesta reunião identificou-se um conjunto de problemas comuns que vão um pouco para além do que a generalidade dos outros partidos políticos costumam identificar, “quer pela sua incompetência quer pelas ligações corporativas que os possa comprometer”, refere uma nota à comunicação social.
Desta feita, declaram, os principais temas debatidos foram:
– Os eternos custos e ausência ou ineficiência dos transportes, sejam marítimos sejam aéreos, quer de carga, quer de passageiros e acessibilidade célere de bens e serviços como o principal entrave ao desenvolvimento do Porto Santo.
– Problemas de segurança que inquietam esta localidade insular no período de maior afluência e não só, nomeadamente a ausência de meios e efectivos das forças da ordem de forma a garantir a segurança cívica e criminal.
– A reclamação de um posto avançado da EMIR durante todo ano de forma a garantir o socorro imediato e de prontidão aos residentes e visitantes, nos casos de emergência médica e acidentes de maior intervenção com o intuito de salvar vidas.
– A pretensão de basear o avião concessionado ao serviço público na ilha do Porto Santo, como forma de garantir a agilização dos residentes em bons horários da manhã que se desloquem no arquipélago, ou garantir o bom acesso a outros destinos fora da região através do aeroporto Cristiano Ronaldo, conforme o serviço anteriormente prestado pela Aerovip.
– Reivindicação da uniformização do mesmo custo de transporte aéreo em relação ao residente na Madeira, quando se desloque fora do arquipélago para o restante território português e quando tenham de fazer escala na ilha da Madeira, no caso desse voo ser de carreira ou o estabelecimento de “code share” possível nas diferentes companhias, conforme caderno de encargos.
O Chega-Madeira compromete-se a monitorizar a acção governativa, de modo a defender os interesses dos porto-santenses, conclui o comunicado de imprensa.