PTP acusa executivo da CMF de atitude “birrenta” na Assembleia Municipal e pede apoios menos burocráticos ao comércio

A deputada municipal do PTP lamentou hoje que a Assembleia Municipal do Funchal “tenha sido marcada pela atitude birrenta e infantil do executivo municipal, que se remeteu ao silêncio durante toda a sessão extraordinária para debater um conjunto de propostas para apoiar financeiramente a economia local, face à crise pandémica do Covid-19.  “Entraram mudos e saíram calados o executivo, sem ninguém perceber o porquê”, afirmou.
Para o PTP “não interessa a proveniência das propostas, mas sim a sua substância para a cidade do Funchal”, frisou Raquel Coelho. A deputada lamentou, pois, a alegada falta de democracia e de sentido de Estado da Coligação Confiança e particularmente do oresidente da Câmara do Funchal, que se ausentou da sessão, para depois falar para as câmaras de televisão.
Os trabalhistas alertaram ainda para a importância de desburocratizar os apoios a atribuir, sob pena de excluir o tecido empresarial que mais precisa, referiu Raquel Coelho. Exemplificou com o apoio de 100 milhões disponibilizado pelo Governo Regional, que coloca toda uma série de barreiras e exigências que impede as micro-empresas em dificuldades de aceder aos ditos apoios, acabando por ser os mesmos, aqueles que estão de braço dado com governo e as autarquias a açambarcar o grosso dos apoios.
Por fim, a deputada do PTP, também alertou para a importância de disponibilizar no site do Município do Funchal as listagem das empresas apoiadas e os respectivos valores, de forma a salvaguardar a equidade e a justiça das mesmas.